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Home»Agronegócio»Seca no Brasil, furacão e greve nos EUA definem o momento da soja
Agronegócio

Seca no Brasil, furacão e greve nos EUA definem o momento da soja

Leandro Mariani MittmannPublicado por Leandro Mariani Mittmann01/10/2024Nenhum comentário4 Min de Leitura

O clima adverso no Brasil, a estiagem que está atrasando o plantio, foi um suporte importante às cotações de soja durante a semana passada.

As chuvas com bons volumes devem chegar apenas na segunda quinzena de outubro.

Já nos Estados Unidos, uma possível greve dos trabalhadores dos portos chamou a atenção do mercado na semana.

Ainda não foi alcançado um acordo sobre a situação dos trabalhadores de alguns portos norte-americanos.

Esses portos movimentam mais da metade do comércio marítimo do país e são cruciais para o fluxo de mercadorias.

Caso se confirme, poderá afetar significativamente o transporte de mercadorias.

Furacão Helene

Também nos EUA, a temporada de furacões ainda está em curso.

E desta vez o furacão Helene atingiu a Flórida na quinta-feira, 26, um dos mais fortes a alcançar o país este ano.

O estado é um importante produtor de petróleo e para escoamento de commodities em geral.

Já as oscilações no preço do petróleo afetaram o mercado de óleo de soja, enquanto as incertezas sobre o escoamento de farelo marcaram a semana.

Ambos influenciaram as cotações dos grãos.

Em resumo, em Chicago, o contrato de soja para novembro de 2024 encerrou a semana passada em US$ 10,66 o bushel (+5,23%).

No mercado físico brasileiro o dólar atuou como contrapeso, encerrando com 1,63% de baixa, a R$ 5,43.

O contrato com vencimento em março de 2025 também subiu, a US$ 10,96 o bushel, representando 4,88% de alta.

Exportações americanas

O Relatório de Vendas de Exportação revelou que, na semana encerrada em 19 de setembro, as vendas líquidas de soja totalizaram 1,60 milhão de toneladas para o atual ano de comercialização, um aumento de cerca de 6% em relação à semana anterior.

A China foi o principal destino, com 869.700 toneladas.

O mercado exportador dos EUA deve aquecer nos próximos meses, à medida que vários países precisam suprir suas demandas até o final do ano.

Com o atraso no plantio, já há antecipação de um possível atraso na entrega da soja nos portos, o que pode impactar diretamente os prêmios.

Importações brasileiras

O Brasil deve fazer maior importação de soja em mais de 20 anos neste ano.

Isso está acontecendo, principalmente, pela escassez de produto no mercado interno, causado pela alta demanda de exportação mesmo com uma safra menor.

O Brasil, até esse momento, importou cerca de 800 mil toneladas, número 700% maior que no mesmo período do ano passado.

Cotações

Com base no contrato novembro da soja cotada em Chicago, a semana passada foi bastante positiva, com a cotação próxima dos US$ 10.65/bushel.

Subiu mais de 5%, superando e se mantendo acima da região técnica importante dos US$ 10.30.

Com base em uma continuação dos movimentos de alta, a região dos US$ 10,80, US$ 11,00 e US$ 11,30 são os principais patamares de preço que poderemos observar uma dificuldade de rompimento de alta.

Mais sobre a oleaginaosa em Plantio da nova safra brasileira de soja em 1,9%; RS ainda não começou

Caso a força vendedora comece a atuar de maneira mais expressiva, os alvos de baixa podem ser considerados em: US$ 10,30, US$ 10,15 e US$ 9,95.

A CFTC (Comissão de Negociação de Futuros de Commodities) reportou uma redução na pressão vendedora com base nas posições líquidas de especuladores, saindo de -134,6K de contratos na semana anterior para -93,4K uma redução de 41,2 mil contratos.

Foi a quarta redução seguida, podendo indicar uma realização do lucro das posições de venda que estavam “segurando”, visto que há sinais técnicos de uma possível recuperação do preço.

Diante do cenário apontado, a plataforma Grão Direto estima que esta semana poderá ser marcada pela continuidade das valorizações em Chicago, podendo impulsionar os preços no Brasil.

Fonte: Grão Direto

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Leandro Mariani Mittmann

    Editor do portal A Granja Total Agro, jornalista formado pela Unisinos/RS, com MBA em Agronegócios pela Esalq/USP e especialização em Cultura Digital e Redes Sociais pela Unisinos.

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