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Home»Agricultura»Baixa rentabilidade para o produtor de trigo, exportação do RS pode não atingir potencial, diz FecoAgro
Agricultura Atualização:14/12/2022

Baixa rentabilidade para o produtor de trigo, exportação do RS pode não atingir potencial, diz FecoAgro

Shaira MaysePublicado por Shaira Mayse14/12/2022Atualização:14/12/2022Nenhum comentário4 Min de Leitura
Baixa rentabilidade para o produtor de trigo, exportação do RS pode não atingir potencial, diz FecoAgro

O produtor de trigo do Rio Grande do Sul já comercializou parte importante de sua safra recorde de 2022, mas há uma parcela dos agricultores que ainda reluta em vender nos preços atuais, o que pode levar o Estado a não atingir todo o seu potencial de exportação nos próximos meses, disse o presidente da Federação das Cooperativas Agropecuárias do Estado do Rio Grande do Sul (FecoAgro/RS), nesta terça-feira.

Segundo Paulo Pires, “o produtor não está vendendo, então as cerealistas e as cooperativas também não estão vendendo”.

“Então temos um número baixo de navios aportando para carregar este produto, tem preocupação de perder a janela (de exportação), pois temos até março para trabalhar com a exportação”, disse ele a jornalistas, em uma conferência online.

Após março, as exportações de soja tendem a ganhar espaço nos embarques ao exterior, após a colheita da oleaginosa, o que limitaria despachos de trigo.

Se o agricultor tivesse aproveitado mais as oportunidades de comercialização anteriores, disse Pires, o Rio Grande do Sul (maior produtor de trigo do Brasil) seria capaz de exportar entre dezembro e fevereiro cerca de 1,5 milhão de toneladas por mês, ou 4,5 milhões de toneladas ao todo nesses três meses.

Conforme previsão da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec), havia até a semana passada expectativa de exportação de cerca de 650 mil toneladas de trigo brasileiro em dezembro.

Embora o Brasil seja um importador líquido de trigo, também exporta volumes importantes em anos de boa safra, já que uma parte do grão exportado não encontra demanda local, por não ter características específicas para a produção de farinha para panificação, que responde pela maior parte do consumo interno.

Pires avaliou que os produtores já realizaram vendas de cerca de 2 milhões de toneladas de trigo.

A safra gaúcha do cereal está estimada em 4,75 milhões de toneladas, respondendo por cerca de metade da produção nacional, que também atingiu um recorde de 9,55 milhões de toneladas, segundo dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

Apesar do volume de negócios até o momento abaixo do desejado, ele considera que o Estado poderá exportar “mais de 3 milhões de toneladas tranquilamente”.

Mas “é importante que o produtor se conscientize, sem a janela de exportação, não vamos ter condição de sustentar os preços”.

Pires disse que os preços do cereal pagos aos produtores recuaram dos picos de 110 a 115 reais por saca de 60 kg para cerca de 84 reais, mas que esse nível ainda traz um bom resultado ao agricultor.

“Temos curto espaço de tempo para realizar essa comercialização…”, frisou ele, ressaltando que a exportação sustenta a liquidez do mercado de trigo.

Entre janeiro e maio deste ano, os embarques de trigo do Brasil, principalmente do Rio Grande do Sul, atingiram cerca de 2,4 milhões de toneladas, o que deve permitir que o Brasil feche 2022 com nível de embarques histórico.

Mas no primeiro semestre havia alguma demanda adicional em meio a preocupações com a oferta da Ucrânia.

Para Pires, a demanda está firme, enquanto o Brasil pode aproveitar espaços deixados pela quebra de safra na Argentina. Além disso, afirmou o representante da FecoAgro, o Paraná teve problemas de qualidade, fator adicional para a demanda do cereal gaúcho.

SOJA E MILHO

Segundo o presidente da FecoAgro, as chuvas mal distribuídas já resultaram em “perdas muito significativas” para o milho do Estado.

Ainda não é possível quantificar, disse ele, mas a questão climática atingiu a região noroeste, principalmente, que planta o milho muito cedo.

A Conab já havia reduzido a safra brasileira de milho citando problemas no Rio Grande do Sul.

Com relação à soja, Pires avaliou que a situação é melhor do que no ano passado, quando o Estado sofreu perdas expressivas.

“Ano passado tinham muitas regiões que não tinham plantado, neste ano a maioria absoluta do Rio Grande do Sul está plantada… a soja tem situação normal, não é tranquila, mas normal”, comentou.

O Estado pode assumir a posição de segundo produtor de soja do Brasil em 2022/23, atrás apenas de Mato Grosso, com uma safra de cerca de 22 milhões de toneladas, segundo a Conab.

VEJA SOBRE A Seca histórica na Argentina e os reflexos para o produtor brasileiro | A Hora do Grão

Fonte: Fecoagro

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