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Home»Notícia»Com segurança reforçada, taxa do agro é aprovada em Goiás
Notícia Atualização:24/11/2022

Com segurança reforçada, taxa do agro é aprovada em Goiás

Thais D'AvilaPublicado por Thais D'Avila24/11/2022Atualização:24/11/2022Nenhum comentário6 Min de Leitura

A Assembleia Legislativa aprovou, em definitivo, nesta quarta-feira, 23, os projetos que tratam do Fundo Estadual de Infraestrutura (Fundeinfra). Depois das manifestações de terça-feira, o presidente da Casa, Lissauer Vieira, adotou medidas de segurança que garantiram a tranquilidade das votações. Vários deputados voltaram à tribuna para debater as matérias, mas o placar apontou 22 votos favoráveis e 14 contrários nos dois projetos. Ambas seguem agora para a sanção do governador.

Segurança reforçada

Medidas de segurança adotadas pelo presidente Lissauer Vieira (PSD), após as manifestações, garantiram a harmonia das votações da tarde de hoje. Mesmo relatando seu descontentamento com as matérias deliberadas, o chefe da Casa voltou a repudiar os atos de vandalismo presenciados na sessão de ontem e reiterou, igualmente, a defesa das leis e valores que regem o Parlamento goiano. 

“Voto contra esses projetos porque entendo que um setor que gera tantos empregos e tanta renda para o estado, além de alimentos para o mundo, não pode ser taxado dessa forma. Mas estou aqui para respeitar e cumprir o princípio máximo desta Casa que é o de que “a maioria vence”, defendeu o presidente. 

Na tribuna, deputado Lissauer Vieira destacou a coragem dos produtores. Foto: Denise Xavier

Representante do segmento afetado, o agronegócio, o deputado Lissauer Vieira lamentou a aprovação dos projetos, mas disse estar seguro da capacidade de superação e resiliência da categoria que representa. “Essa é apenas mais uma dura batalha que o produtor rural está tendo que enfrentar ao longo dos anos e essa perda será superada porque temos produtores das mais diversas culturas e que têm coragem de trabalhar e produzir. Vamos tomar esse desafio como grande aprendizado e seguir adiante. Goiás tem muito a crescer e os produtores muito a colaborar para esse crescimento”, arrematou, da tribuna, durante as discussões da Ordem do Dia.

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Principal defensor e articulador da matéria, o líder do Governo, deputado Bruno Peixoto (UB), usou os microfones da tribuna para rebater argumentos da oposição. “Muito foi dito sobre esse assunto, mas eu quero reiterar, aqui, que a agricultura familiar não será taxada. Mais de 62% dos produtores rurais não serão taxados”, enfatizou. O parlamentar fez questão, ainda, de ressaltar, mais uma vez, que produtos da cesta básica ou destinados a abastecer o consumo interno, em geral, não sofrerão qualquer impacto direto, e que a medida incide, apenas, sobre gêneros destinados à exportação, em especial, as chamadas commodities. “Aqueles que vendem em dólar, recebem em dólar e ficam fazendo lobby porque produzem e requerem estradas boas, pavimentadas, com pontes, vão  ter que contribuir, sim”, concluiu. 

Igualmente favorável à matéria, o deputado Henrique Arantes (MDB) fez coro às falas do líder do Governo. “Quero desmistificar aqui a ideia de que é o grande produtor quem põe comida no prato do brasileiro. Isso quem faz é o pequeno produtor, a agricultura familiar, que não está sendo taxada.  Vamos botar os “pingos nos is”. Só vai pagar quem exporta. Portanto, os grandes. E vão pagar muito pouco, em vista dos benefícios que recebem”, corroborou. 

Com posição mais moderada, o deputado Amauri Ribeiro (UB) manteve voto contrário ao projeto e favorável aos ruralistas. Mas também aproveitou a ocasião para reforçar a defesa em relação ao Governo, confirmando a sua coerência enquanto membro da base aliada. “Talvez esse seja meu diferencial, sendo deputado da base e votando contra propostas do Governo por conhecer a realidade do Estado”, declarou.

Deputado Amauri Ribeiro na tribuna reforça seu voto contras as propostas do Governo Foto: Denise Xavier

Amauri Ribeiro defendeu o Governo estadual, lembrando que a redução do ICMS dos combustíveis impactou as contas do tesouro, e rebateu as alegações da oposição de que haveria dinheiro sobrando na conta do Executivo de Goiás. 

Veja quem votou a favor

  • Álvaro Guimarães (UB)
  • Bruno Peixoto (UB)
  • Dr. Antonio (UB)
  • Rubens Marques (UB)
  • Tião Caroço (UB)
  • Virmondes Cruvinel (UB)
  • Amilton Filho (MDB)
  • Charles Bento (MDB)
  • Francisco Oliveira (MDB)
  • Henrique Arantes (MDB)
  • Lucas Calil (MDB)
  • Thiago Albernaz (MDB)
  • Zé da Imperial (MDB)
  • Cairo Salim (PSD)
  • Max Menezes (PSD)
  • Wilde Cambão (PSD)
  • Coronel Adailton (PRTB)
  • Dr. Fernando Curado (PRTB)
  • Julio Pina (PRTB)
  • Jeferson Rodrigues (Republicanos)
  • Rafael Gouveia (Republicanos)
  • Henrique César (PSC).

Conheça os votos contrários

  • Lissauer Vieira (PSD)
  • Amauri Ribeiro (UB)
  • Chico KGL (UB)
  • Cláudio Meirelles (PL)
  • Delegado Eduardo Prado (PL)
  • Major Araújo (PL)
  • Paulo Cezar Martins (PL)
  • Paulo Trabalho (PL)
  • Gustavo Sebba (PSDB)
  • Helio de Sousa (PSDB)
  • Antônio Gomide (PT)
  • Delegada Adriana Accorsi (PT)
  • Delegado Humberto Teófilo (Patriota)
  • Zé Carapô (Pros).

Não participaram da votação os deputados Alysson Lima (PSB), Karlos Cabral (PSB), Lêda Borges (PSDB), Sérgio Bravo (PSB) e Talles Barreto (UB).

Leia também: As reações do agro às taxações

O Fundeinfra

Dotado de autonomia administrativa, financeira e contábil, o Fundeinfra (projeto de lei nº 10803/22) terá a finalidade de captar recursos financeiros para o desenvolvimento econômico do Estado de Goiás. O novo fundo se concentrará na obtenção e na gestão de recursos oriundos da produção goiana agrícola, pecuária e mineral e, também, das demais fontes de receitas definidas nele, com taxa de contribuição de no máximo 1,65% a ser paga pelo segmento do agronegócio.

Em justificativa, o Governo do Estado acrescenta que a medida implementará, no âmbito estadual, políticas e ações administrativas voltadas para infraestrutura agropecuária; modais de transporte; recuperação, manutenção, conservação, pavimentação e implantação de rodovias; sinalização, artes especiais, pontes e bueiros; e edificação e operacionalização de aeródromos.

De acordo com a Agência Goiana de Infraestrutura e Transportes (Goinfra), que será o órgão responsável pela gestão do recurso, o fundo representa uma alternativa ao déficit de arrecadação decorrente da alteração das alíquotas do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS) dos combustíveis.

No ofício enviado à Casa, o chefe do Executivo explica que a instituição do fundo decorre sobretudo da redução das receitas estaduais, o que tem dificultado a manutenção dos projetos pensados para a área em que a autarquia atua. “Consequentemente, a necessidade de prosseguimento e evolução das políticas públicas para a circulação dos cidadãos, dos bens e dos serviços, inclusive para a produção agrícola, pecuária e mineral, motivam a busca de recursos ora proposta”, ressalta.

De acordo com o projeto de lei, a definição, a gestão e a destinação dos recursos do Fundeinfra competirão ao seu Conselho Gestor. Este colegiado será composto por um presidente e demais membros com seus respectivos suplentes, em posição paritária, e contará com representantes do Governo e da iniciativa privada. Eles serão nomeados por ato do governador para o mandato de 12 meses. 

Fonte: Agência Assembleia de Notícias

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Thais D'Avila

    Repórter do portal A Granja Total Agro. Jornalista formada pela PUC-RS, pós-graduada em Marketing do Agribusiness e especializada em agronegócios.

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