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Home»EXCLUSIVO»Ferramenta digital gaúcha a serviço na defesa sanitária animal do estado
EXCLUSIVO Atualização:13/09/2024

Ferramenta digital gaúcha a serviço na defesa sanitária animal do estado

Leandro Mariani MittmannPublicado por Leandro Mariani Mittmann12/09/2024Atualização:13/09/2024Nenhum comentário4 Min de Leitura
(Foto: Asgav)

Uma ferramenta digital que concentra dados da defesa sanitária animal do Rio Grande do Sul foi fundamental para dar fim às restrições internacionais à carne avícola gaúcha e brasileira após o foco da Doença de Newcastle numa granja de Anta Gorda, descoberto em julho.

A Plataforma de Defesa Sanitária Animal (PDSA-RS) foi desenvolvida pela Universidade Federal de Santa Maria/RS (UFSM) em convênio com a secretaria estadual de Agricultura (Seapi) e com o Fundo de Desenvolvimento de Defesa Sanitária Animal.

O histórico e como funciona a plataforma, assim como sua relevância aos segmentos pecuários do RS, foram destacados pelo professor da UFSM Alencar Machado, um dos responsáveis pelo desenvolvimento da PDSA-RS, no programa A Granja na TV, veiculado pela Ulbra TV na quarta-feira, 11.

Conforme ele, a plataforma de software foi pensada para ligar o setor produtivo ao serviço oficial genericamente atendendo às demandas do setor relacionadas ao que o serviço oficial precisa executar para facilitar a vida das agroindústrias e dos produtores.

E assim foram sendo incrementados novos módulos na plataforma para avicultura e suinocultura.

Segundo ele, a ferramenta foi “focada na gestão de eventos sanitários para auxiliar na gestão de ações que o serviço oficial precisa fazer num determinado foco”.

“Nosso time aqui dentro da PDSA-RS vem atuando em momentos mais emergenciais, que foi o caso das enchentes, em que acabamos implementando e suportando, por todo o período, e emissão das GTAs (Guias de Trânsito Animal)”, exemplificou.

Professor Machado, da UFSM: “A gente tem uma dinamicidade muito grande de atuações e estas atuações estão dentro da PDSA-RS”

“A gente tem uma dinamicidade muito grande de atuações e estas atuações estão dentro da PDSA-RS com as tecnologias que a gente desenvolve e implanta nela”.

No lugar de muitos papeis

Na plataforma é possível congregar uma série de informações e dados que demandavam grandes volumes de papeis.

Ele recordou ter visto pilhas de papeis com o registro de granjas de aves comerciais, um processo moroso e de grande volume para o atendimento do programa sanitário avícola do estado.

“Quando se começou a mapear o processo existiam arquivos metálicos com os processos em papel armazenados, o histórico que existia”, descreveu.

Mais sobre o foco da doença em Ministério declara fim do período de emergência zoossanitária para Newcastle no RS

“A identificação que aquele era um processo que precisaria ser melhorado para o atendimento ao registro, à atualização e tudo o que a legislação pede para o estabelecimento de aves comerciais… começamos com a análise daquele processo, identificamos as dores daquele processo e percebemos que o volume de processos que existem para este segmento é muito relevante”, relatou.

Coforme o professor, o “fator relevante” para existir a PDSA-RS numa universidade é porque o setor de sanidade da agroindústria do Rio Grande do Sul é muito grande.

“Quando falamos em sistematizar um processo, talvez ele não fosse ser alvo de pesquisa se fosse uma área de atuação menor. Só que o volume que existe de propriedades, de pessoas envolvidas em cada processo é muito complexo. Tanto para determinar aquela ferramenta de auxílio à gestão de focos quanto para qualquer outro processo”, justificou.

O volume de propriedades, o volume de formas em que aquela propriedade pode ser explorada comercialmente e a quantidade de pessoas que se envolvem desde a ponta lá do técnico responsável da agroindústria até a atuação das unidades locais e até a unidade central e do Ministério da Agricultura, isso dá uma gama de informações geradas no ciclo deste processo que é impossível fazer adequadamente sem uma ferramenta digital.

Alencar Machado, professor da UFSM

Doença de Newcastle

No caso do foco da doença de Newcastle, Machado lembrou que foi necessário gerar dados sanitários de 900 propriedades visitadas na região de Anta Gorda, para se ter certeza que a doença não estava se espalhando.

“Existe um desafio muito grande para o serviço oficial estrategicamente conseguir coordenar e montar as equipes para que elas possam fazer um trabalho adequado e rápido, que é o que o mercado externo deseja”, ressaltou ele.

“Que a atuação do serviço oficial seja rápido e muito transparente para que todos possam entender quais são as ações que estão acontecendo e que o final do trabalho garanta que todas as ferramentas sanitárias foram aplicadas, que deem garantia que aquela doença foi isolada e não está se propagando”.

Machado explicou que a essa ferramenta digital ajuda na gestão operacional do foco e nesta transparência para o público externo ao Rio Grande do Sul saber como o trabalho está sendo desenvolvido.

Veja a entrevista completa no link abaixo. Assim como mais informações sobre o agro no programa A Granja na TV, da Ulbra TV, edição de quarta-feira, dia 11 de setembro (Canal 48.1 TV Digital e 521 da NET Porto Alegre)

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Leandro Mariani Mittmann

    Editor do portal A Granja Total Agro, jornalista formado pela Unisinos/RS, com MBA em Agronegócios pela Esalq/USP e especialização em Cultura Digital e Redes Sociais pela Unisinos.

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