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Home»Agricultura»Produção de café cai no País e deve ficar em 46,9 milhões de sacas
Agricultura Atualização:04/10/2021

Produção de café cai no País e deve ficar em 46,9 milhões de sacas

Carla SantosPublicado por Carla Santos21/09/2021Atualização:04/10/2021Nenhum comentário4 Min de Leitura
Foto: Wenderson Araujo/CNA
Fotos: Wenderson Araujo /Trilux / CNA

Cerca de 46,9 milhões de sacas de café beneficiado. Essa deve ser a produção brasileira em 2021. O número significa uma queda de 25,7% comparado à safra do ano passado.

Por sua vez, a área em produção, é estimada em 1,8 milhão de hectares. Ou seja, 4,4% menor do que a safra anterior.

Estudo

Os dados são do 3º Levantamento da Safra 2021 do produto. Este foi divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), na terça-feira (21).

Já a produção de café arábica está estimada em 30,7 milhões de sacas. Representa 36,9% a menos do que o produzido na safra anterior. Entretanto, o conilon deve alcançar a marca de 16,15 milhões de sacas. O que indica aumento de 12,8% sobre o resultado obtido em 2020.

O estudo foi realizado com mais de 95% das áreas colhidas. Portanto, o resultado indica uma redução considerável na produção. Embora a safra anterior tenha sido recorde.

Dentre as causas estão:

  • os efeitos fisiológicos da bienalidade negativa, percebidos nas regiões produtoras neste ciclo;
  • as condições climáticas adversas de seca em muitas localidades;
  • as geadas, que ocorreram em junho e julho.

Bienalidade é uma das características do café. Isto é, em um ano, a cultura produz maior número de frutos, exigindo da planta mais nutrientes. Em decorrência disso, na safra seguinte, recompõe suas estruturas vegetais e reservas, reduzindo sua produção.

Por causa da bienalidade negativa, os efeitos fisiológicos nas lavouras ficam mais latentes na fase de produção, especialmente para o café arábica, que é mais sensível a este fenômeno se comparado ao café conilon.

Estados

Em relação aos estados produtores, Minas Gerais deverá alcançar 21,4 milhões de sacas. Decréscimo de 38,1% em comparação a 2020.

Já a estimativa de colheita para o Espírito Santo deve ser de pouco mais de 14 milhões de sacas. Destas, 11 milhões são para conilon e 3 milhões para arábica.

Em seguida, vem o estado de São Paulo, com produção avaliada em 4 milhões de sacas de café arábica. Isso representa queda de 35,1%, em comparação a 2020, que chegou a pouco mais de 6 milhões de sacas.

A Bahia deverá produzir quase 3,5 milhões de sacas, 13% a mais que no ano de 2020. Já Rondônia vai colher quase 2,2 milhões de sacas, uma redução de 11,3%.

No Paraná, a produção está estimada em quase 873 mil sacas de café. O Rio de Janeiro, por sua vez, tem produção esperada de 236 mil sacas, redução de 36,4%.

Em Goiás serão 212 mil sacas, 14,4% a menos do que o ano passado. Finalmente, Mato Grosso deverá produzir 194 mil sacas.

Diferentemente dos demais estados, o Mato Grosso representou um aumento de 22,6% em relação à safra anterior. Isso se deve a uma mudança no sistema de produção do estado. Ele passa por transformações, com o novos materiais propagativos e maiores investimentos na cafeicultura estadual.

Exportações

No sentido oposto da produção em geral, vai a exportação brasileira. De janeiro a agosto de 2021, o Brasil já exportou cerca de 28,4 milhões de sacas de 60kg em equivalente de café verde. Alta de 8,7% em relação ao ano passado.

Embora, 2020 tenha apresentado o recorde de 43,9 milhões de sacas de 60kg na negociação externa. Essas vendas tendem a continuar aquecidas em razão da valorização do café no mercado internacional e da taxa de câmbio elevada no Brasil.

No entanto, há uma limitação na disponibilidade interna em razão da queda da produção. Há também grande preocupação com a produção a ser colhida em 2022. São duas as razões: a seca prolongada e a ocorrência de geadas neste inverno.

Incertezas

A conjuntura incerta quanto à oferta futura deixa produtores retraídos. Eles acabam se afastando do mercado, para avaliar a oferta de seus estoques diante da perspectiva de melhores preços. Além dos problemas climáticos sobre a produção, o patamar elevado das exportações acentua a restrição da oferta interna e a alta dos preços no mercado doméstico.

Já o incremento nos preços do café arábica decorre da quebra da produção no Brasil em 2021. Também sofreu influência da estimativa de crescimento da demanda global no ciclo 2021/22. Tudo por conta do avanço do controle da pandemia de Covid-19 em importantes polos consumidores, como Europa e Estados Unidos. Nesse cenário de forte valorização do arábica, a indústria tende a ampliar a demanda pelo café robusta para reduzir o custo na produção dos blends.

Clique aqui para acessar as tabelas e o Boletim completo do 3° Levantamento da Safra de Café 2021.

Fonte: Conab

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Carla Santos
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Editora do portal A Granja Total Agro. Jornalista formada pela PUC-RS, com extensão em Estratégias de Marketing para Redes Sociais pela ESPM.

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