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Agronegócio

Quais as tendências do milho após o relatório do USDA

Leandro Mariani MittmannPublicado por Leandro Mariani Mittmann02/07/2024Nenhum comentário3 Min de Leitura

O novo relatório do USDA para a safra americana de milho apontou aumento de 1 milhão de hectares no comparativo ao relatório anterior.

Esse aumento significativo levou o grão a despencar mais de 8% em Chicago na última semana.

Os números do Relatório do USDA foram dentro da faixa esperada, de 125 milhões de toneladas em estoque.

Entretanto, esse estoque de passagem era de 104 milhões na safra de 2023.

São todos aspectos que fazem pressão de baixa.

Lavouras pioram

Nos Estados Unidos, em linha com a soja, as condições das lavouras de milho pioraram devido ao clima “extremo” presente em alguns estados do cinturão.

As fortes chuvas, algumas com granizo, e as altas temperaturas, dificultaram a evolução das lavouras em sua fase inicial.

Já a previsão de temperaturas mais amenas e chuvas menos severas é uma boa notícia para o produtor de milho norte-americano, abrindo mais espaço para mais quedas na Bolsa de Chicago.

Conforme a plataforma Grão Direto, muito se discutiu no mercado o fato da soja ter ganho área sobre o milho no início da safra, em março, devido à favorável relação de preços.

O que o relatório Acreage Report mostrou foi um ganho de área para a soja, sim, mas não tão grande quanto o esperado, com o relatório trazendo uma área de 1,439 milhão de acres (582 mil hectares) maior do que o esperado para o milho em março.

Esse aumento de área ameniza as possíveis adversidades climáticas, deixando uma força baixista para o cereal na Bolsa de Chicago para as próximas semanas.

Já no Brasil a colheita da safrinha já alcançou, até a semana passada, 28% da área, número acima do mesmo período de 2023.

Chicago

As cotações de Chicago finalizaram a semana passada cotadas aUS$ 3,98 o bushel (-8,51%), para o contrato com vencimento em julho/24. 

Na B3, o cereal recuou 1,30%, para R$ 56,85/saca. 

E no mercado físico o movimento foi misto, com algumas regiões positivas e outras negativas.

Mais sobre o momento das commodities em Soja: o término do plantio americano e os reflexos em Chicago

Milho chinês

Diante das perspectivas de aumento da produção de milho na China, o clima não segue favorável e algumas regiões produtoras enfrentaram fortes tempestades de granizo, devastando assim lavouras em condições iniciais.

A questão que se levanta é a de quem irá suprir a demanda do mercado caso aconteça uma quebra da safra norte-americana.

Até então, o Brasil se mostrava a origem mais barata, mas com as recentes quedas na bolsa de Chicago, o cereal norte-americano pode se tornar mais atrativo.

Para a demanda sazonal de cerca de 25 milhões de toneladas, é provável que a China origine esse volume no Brasil, dando um respiro de preços para o milho brasileiro.

O cenário não está favorável para o milho, que tem lidado com bastante volatilidade diante dos indicadores gerais.

Seguindo a mesma tendência, portanto, possivelmente esta será mais uma semana de baixa nas cotações.

Fonte: Grão Direto

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Leandro Mariani Mittmann

    Editor do portal A Granja Total Agro, jornalista formado pela Unisinos/RS, com MBA em Agronegócios pela Esalq/USP e especialização em Cultura Digital e Redes Sociais pela Unisinos.

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