sexta-feira, 29 agosto 2025
Instagram Linkedin Twitter Youtube Facebook Whatsapp Spotify
Facebook Twitter Linkedin Instagram Whatsapp Youtube Spotify
Acessar Revistas
Fazer Assinatura
LOGIN
  • Notícias
  • Agricultura
  • Pecuária
  • A Granja Total Play
  • Colunistas
  • Notícias
  • Agricultura
  • Pecuária
  • A Granja Total Play
  • Colunistas
Revistas Fechar
Fechar
  • 📚 Portal Revista A Granja Total Agro
  • – Revista A Granja
  • – Revista AG
  • – A Granja Kids
Revistas
Home»Agronegócio»Prevenção é fundamental para evitar doença em equinos
Agronegócio Atualização:01/02/2024

Prevenção é fundamental para evitar doença em equinos

Thais D'AvilaPublicado por Thais D'Avila01/02/2024Atualização:01/02/2024Nenhum comentário4 Min de Leitura
(foto: Genilton J. Vieira / Fiocruz)

Depois da confirmação do primeiro caso de positivo para Encefalite Equina do Oeste (EEO) no Rio Grande do Sul, Secretaria da Agricultura do Estado reforça a importância da prevenção. A doença não é nova e está presente no país, mas não vinha sendo registrada no Rio Grande do Sul nos últimos anos e possui vacina não obrigatória. Por isso a recomendação é a vacinação dos equinos, especialmente na região onde foi constatado o caso.

Conforme o professor titular da disciplina de Clínica Médica de Equinos da Universidade Federal de Pelotas, Carlos Wayne Nogueira, outra medida de prevenção é o controle do mosquito. Com as alterações climáticas, e o excesso de chuvas registrado nos últimos meses, houve a proliferação de mosquitos como o Culex spp ou Aedes spp, que transmitem a doença.

“A maior profilaxia é, sim, a vacina. Mas os cuidados com a água parada – que pode servir como reservatório para as larvas dos mosquitos – também contribui para evitar a transmissão. É como a lógica da dengue, acaba trazendo a possibilidade da doença para mais animais e para humanos, mas a questão é mais no campo do que na cidade.” Nogueira explica que os cavalos são sentinelas para humanos, então é registrado um caso em equinos é preciso ficar atento. “Repelentes para evitar a picada em humanos e também em cavalos encocheirados, já que para animais a campo o custo é muito alto. O uso de telas também é recomendado nas casas em regiões onde forem registrados casos da doença.”  

O professor afirma que o vírus pode estar presente em aves migratórias, que migram da América do Norte para a América do Sul. Então o reservatório é nelas e o vírus é aquecido, como a gente chama, ele é potencializado nessas aves”. Em humanos, a ocorrência é muito rara, mas já há casos no Uruguai e na Argentina.

A situação da doença vinha sendo monitorada desde o final do ano passado, depois de ocorrências no Uruguai e na Argentina. O caso gaúcho foi registrado no município de Barra do Quaraí, na Fronteira Oeste.

A amostra foi coletada no dia 15 de dezembro e enviada ao Laboratório Federal de Defesa Agropecuária de Minas Gerais (LFDA/MG). O Departamento de Vigilância e Defesa Sanitária Animal (DDA/Seapi) acompanha com atenção, desde o ano passado, os casos de EEO confirmados na Argentina e mantém vigilância e nível de atenção em todo o Estado.

Como acontece

A EEO é causada pelo vírus do gênero Alphavirus, e a transmissão se dá pela picada do mosquito vetor Culex spp. ou Aedes spp. Embora seja considerada uma zoonose – isto é, uma doença que pode acometer animais, mas também humanos –, a transmissão não acontece entre os equinos ou entre equinos e humanos.

A doença afeta o sistema nervoso dos equinos e os sinais clínicos mais comuns são: febre, conjuntivite, cegueira, sinais neurológicos, caminhada em círculos, dificuldade em permanecer de pé, falta de coordenação motora e dificuldade de engolir, entre outros.

“O Serviço Veterinário Oficial atua de forma permanente no atendimento a todos os casos suspeitos por meio do Programa Estadual de Sanidade Equina. Como não há transmissão da doença entre os animais ou do equino para o ser humano, não haverá interdição de propriedades ou restrições de eventos agropecuários”, destaca o diretor-adjunto do DDA/Seapi, Francisco Lopes.

Prevenção 

O foco principal para prevenção da enfermidade em animais e humanos se baseia na redução da população de insetos vetores.

Não existe tratamento específico para a cura do animal, mas há vacinas disponíveis que podem ser eficazes na prevenção, embora elas não sejam obrigatórias nos protocolos sanitários vigentes. Além disso, não é necessário sacrificar o equino contaminado pelo vírus, pois alguns animais podem se recuperar.

Notificações

Os proprietários de equinos que perceberem sinais clínicos suspeitos devem notificar o Serviço Veterinário Oficial (SVO-RS) por meio das inspetorias de Defesa Agropecuária ou pelo Whatsapp (51) 98445-2033.

Leia também: Quando ouvi a voz da Terra

dengue Destaque doença mosquito notícias sanidade animal vacina
Compartilhar. Facebook Twitter LinkedIn E-mail WhatsApp
Notícia AnteriorBruxelas é tomada por protestos de fazendeiros
Próxima Notícia Fazendeiros bloqueiam estradas em Portugal
Thais D'Avila

    Repórter do portal A Granja Total Agro. Jornalista formada pela PUC-RS, pós-graduada em Marketing do Agribusiness e especializada em agronegócios.

    Notícias Relacionadas

    Fenasoja movimentou 300% a mais em negócios: R$ 3,6 bilhões

    16/12/2024
    Ler Mais

    Arrozeiros preocupados com a diminuição de área e de produção do cereal

    16/12/2024
    Ler Mais

    Conheça a Safeguard our Soils, plataforma que disponibiliza informações para melhorar a qualidade do solo

    16/12/2024
    Ler Mais

    Deixe um Comentário ou Resposta Cancel Reply

    Posts recentes
    • Fenasoja movimentou 300% a mais em negócios: R$ 3,6 bilhões 16/12/2024
    • Arrozeiros preocupados com a diminuição de área e de produção do cereal 16/12/2024
    • Conheça a Safeguard our Soils, plataforma que disponibiliza informações para melhorar a qualidade do solo 16/12/2024
    • Os providenciais apoios da Fetag-RS a agricultores e pecuaristas familiares 16/12/2024
    • Momento mais favorável para aquisição de fertilizantes, aponta levantamento 16/12/2024
    Comentários
    • Dirce Zago em Pecuária tântrica
    • Jose Pedro Crespo em Pecuária tântrica
    • Eduardo Salles em App Friboi Pecuarista permite gestão do rebanho
    • Eduardo Salles em Desmatamento: 10 mil pecuaristas do MT estão sem frigorífico para abater
    • Eduardo Salles em Adidos agrícolas discutem a promoção do agro brasileiro no exterior

    Acesse

    • Página Inicial
    • Revista A Granja
    • Política de Privacidade
    • Fale Conosco

    Redes Sociais

    Facebook Instagram Linkedin Twitter Youtube Whatsapp

    Nossos Canais

    • Acessar TV (YouTube)
    • Ouvir Podcast (Spotify)

    Copyright © 2022 EDITORA CENTAURUS LTDA – CNPJ 92.852.565/0001-15 | Todos os direitos reservados.

    Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc para cancelar.